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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Década 31-40

 Época 31/32, Época 32/33 e Época 33/34
Época 34/35 e Época 35/36

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ÉPOCA 31/32
 

COMO ESTAVA O BASQUETEBOL EM PORTUGAL NO INÍCIO DOS ANOS 30?
 
Segundo Albano Fernandes, antigo presidente da FPB e autor de um livro sobre a história do Basquetebol em Portugal, 1930 corresponde ao início da fase de “evolução e consolidação” da prática do Basquetebol no nosso país (que ele define como decorrendo até 1945).
1930 corresponde também a um momento de cisão entre a Associação de Basquetebol de Lisboa e a Federação Portuguesa de Basquetebol (criada no Porto em 1927), que era defendida e sustentada pelas associações mais a norte, nomeadamente Porto e Coimbra.
Em 24 de Maio de 1931 tinha-se realizado no Porto o primeiro jogo internacional de seniores masculinos com a participação da equipa representativa de Portugal, num jogo com a França que terminou com uma derrota concludente para Portugal por 9-34, com 0-5 ao intervalo. O diferendo já apontado entre a Federação e a Associação de Lisboa levou a que neste jogo não participassem jogadores dos clubes de Lisboa
De acordo com uma notícia do jornal Diário de Lisboa, os campos mais utilizados em Lisboa eram, em 1930, o campo do Hockey Club de Portugal, o campo da Doca de Alcântara, o Estádio das Amoreiras, o campo do Portugal e Colónias, o campo de Santo Amaro e o campo do Ateneu.
 
 
 (1930), "Diário de Lisboa", nº 2721, Ano 9, Sábado, 22 de Fevereiro de 1930,
 
Os clubes participantes nas competições existentes na altura (apenas em seniores e regionais, embora com jogos em 3ªs, 2ªs, reservas e categoria de honra) eram o Hockey Club de Portugal, o Campo de Ourique, o Lisboa Basket, o Club Nacional de Natação, o Grupo Desportivo de Portugal, o Carnide, o Grupo Desportivo Os 18, o Lisboa Gimnasio, o Triângulo, o União, o Ateneu e o Sporting.
 


GENERALIDADES SOBRE O BASQUETEBOL DO ALGÉS

A época de 1931/1932 é a primeira época desportiva em que surgem notícias da existência do Basquetebol no Sport Algés e Dafundo.

Segundo rezam as informações disponíveis, que foram publicadas no jornal Os Sports, é hoje seguro que o aparecimento da modalidade se deve a duas razões principais:

1.   A vontade de um grupo de sócios de querer proporcionar ao clube uma nova modalidade, onde os sócios pudessem, no inverno, empregar a sua actividade desportiva e apetrechar-se para alargar o âmbito das suas relações;

2.   As características do Basquetebol, modalidade sem sinais de violência, defendendo a integridade física dos participantes, apelando maioritariamente à destreza e não causando choques físicos (pelo contrário, procurando evitá-los e penalizando-os) capazes de provocarem lesões nos interveniente

Estas circunstâncias foram bem recebidas pela Direcção do Clube que via na nova modalidade uma possível resposta para uma necessidade dos nadadores do Algés poderem manter a sua condição física durante o inverno, quando o acesso ao rio para os treinos era praticamente impossível.
 
A primeira notícia que encontrámos sobre o Basquetebol do Algés é a da inauguração do primeiro campo do Algés em 31 de Janeiro de 1932, num terreno situado no espaço onde hoje se encontra o mercado, cuja “construção e preparação” foi feita com um grande envolvimento dos jogadores e dirigentes, o que revela desde logo uma das características da atividade da modalidade no clube que se manteve ao longo dos anos: o envolvimento direto dos jogadores nas atividades organizadas pela Secção de Basquete, havendo quase sempre uma boa mobilização quando surgia alguma necessidade, mostrando bem que ser jogador do Algés é mais do que, pura e simplesmente, chegar ao campo e jogar ou treinar.


(Os Sports, 5 de fevereiro de 1932)


 
 
(Primeiro campo de Basquetebol do Sport Algés e Dafundo)

 
Os dois jogos que integraram o “festival” estavam fora do quadro de competições regulares já em vigor na ABL, pois o Algés ainda não participava naquelas provas.

O que é curioso destacar nesta notícia, que mereceu referência na última página do Jornal Os Sports são os seguintes aspectos:

·        A qualidade do campo (“o campo apresenta bom aspecto, sendo de longe superior a alguns terrenos em que a ABL exerce a sua jurisdição”);
·        O esforço dos senhores Gilberto Monteiro e Guilherme Santos, sócios do clube que tomaram a iniciativa de organizar a secção de basquete no SAD;
·        O entusiasmo do público que presenciou os jogos, certamente impelidos pela novidade do jogo e por se tratar de uma actividade do Algés;
·        A referência a que o árbitro dirigiu o jogo em traje de passeio, ele que era membro do colégio de árbitros;
·        A Direção do Algés ter oferecido um “Porto de honra”, com a troca de vários brindes

O adversário foi a equipa B do Instituto Industrial de Lisboa e o resultado final foi uma vitória do Algés por 16-10.

Na notícia apenas é feita referência à boa exibição e qualidade técnica de apenas um jogador – Joaquim Mayer, marcador de 14 pontos. No entanto,  recorrendo a outras fontes, nomeadamente documentos oficiais do SAD, podemos referir que a equipa do Algés era constituída por Manuel dos Santos Rodrigues, Fernando Sacadura, Manuel Pinhanços, Joaquim Marques, Joaquim Mayer, Francisco Paulos, Juvenal Santos e Ruben, sendo os pontos do Algés marcados por Fernando Sacadura (1), Manuel Pinhanços (1) e Joaquim Mayer (14)

Em 26 de Fevereiro de 1932, no mesmo jornal Os Sports, surge uma outra referência às atividades do Basquetebol do SAD. No final do espaço dedicado à modalidade, depois de apresentar resultados das competições da categoria de honra, reservas, segundas e terceiras categorias, e com o título de Nacional vence o Algés, surge a seguinte notícia assinada por Jorge Simões:

“Aproveitando a folga do Campeonato, o Clube Nacional de Natação defrontou dois teams do Sport Algés e Dafundo. O Nacional venceu na categoria de honra por 18-4 e em reservas por 8-4”

 O Basquetebol do Sport Algés e Dafundo estava a dar os seus primeiros passos e as notícias pareciam confirmar que eram passos seguros, ganhando os seus jogadores experiência e conhecimento para entrar, na devida altura, nos quadros competitivos existentes na ABL.

Este movimento e a preparação das equipas está demonstrado numa outra notícia publicada no mesmo jornal Os Sports em 29 de Fevereiro, ainda de 1932, que a seguir mostramos

 
 
(Os Sports, 29 Fevereiro 1932)
 
Para além da curiosidade da linguagem, que traduz uma cultura desportiva então vigente, importa destacar o seguinte:

·        O esforço e a dedicação de dirigentes que mantinham o seu empenho na implantação da modalidade no Clube (Gilberto Monteiro e Guilherme Santos)
·        Estarem a ser realizados treinos que decorrem com grande entusiasmo, deixando antever que esses treinos deveriam levar ao aparecimento, dentro de algum tempo, de um número elevado de praticantes;
·        Organização de um programa de jogos com os principais clubes existentes, que já participavam nas competições oficiais

 
Seguem-se alguns jogos particulares, em que, segundo os dirigentes da Secção, “os nossos jogadores mostravam boas qualidades para a prática do Basketball, obtendo resultados bastantes lisonjeiros para o club”.
As informações que obtivemos sobre o arranque do Basquetebol no Clube e a atividade desenvolvida na época inicial circunscrevem-se a estes elementos, que são suficientes para demonstrar a forma como a atividade do Basquetebol arrancou no Sport Algés e Dafundo, sem dúvida dando os passos naturais, titubeantes mas seguros da implantação de uma modalidade e que ainda hoje mantêm validade: um motivo, muita vontade para o realizar, um local de prática, o esforço e a dedicação de pessoas, treinos e competição.

Começava assim o caminho do Basquetebol no Sport Algés e Dafundo




 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Época 32/33


COMO ERA O BASQUETEBOL EM PORTUGAL NESTA ÉPOCA?
 
Em 1933, face à divergência existente na liderança da modalidade em Portugal e à existência de 2 entidades que reivindicam para si esse papel (a Federação Portuguesa de Basquetebol, com os clubes a Norte, particularmente Coimbra e Porto e a Liga Portuguesa de Basquetebol (com clubes de Lisboa, Setúbal, Santarém Elvas, Évora e Algarve), disputam-se em simultâneo duas provas que são os primeiros campeonatos nacionais de Basquetebol.
O denominado Campeonato de Portugal (campeonato nacional da 1ª divisão), organizado pela FPB, teve a participação de 8 clubes e o seu vencedor foi o Sport Clube Conimbricense.
A outra prova, também chamado de Campeonato Nacional, organizado pela Liga, teve um número superior de clubes participantes, e o vencedor é o Campolide Atlético Clube, que, face às circunstâncias de reconhecimento internacional e legal apenas da FPB, Alves Teixeira, jornalista desportivo e posteriormente dirigente do Vasco da Gama, chamou de “rei sem trono”.
Estes dois clubes, numa iniciativa curiosa organizada por iniciativa do Campolide, com o argumento da inauguração de melhoramentos no seu campo, defrontaram-se mais tarde naquilo que Albano Fernandes chama de “final extra-oficial para o título máximo”, em que a vitória pertenceu ao clube da casa por 24-14, jogo este que originou depois uma grande celeuma, dada as posições extremadas que existiam entre os dois organismos de cúpula, que não viram com bons olhos esta aproximação, ainda que meramente desportiva.
Por outro lado, é curioso referir um comunicado da ABL, transcrito pelo Jornal Os Sports de 3 de Março de 1933, onde se assinalam algumas normas para os árbitros, atendendo às regras então em vigor.

 

 

 
(Os Sports , 3 Março 1933)
 

 
GENERALIDADES SOBRE O BASQUETEBOL DO ALGÉS

 
Analisando agora os assuntos diretamente ligados com o Sport Algés e Dafundo, a composição da Secção de Basquetebol na época de 1932/33 era a seguinte: Presidente Guilherme Santos. Vogais: Juvenal dos Santos e Joaquim Marques (Os Sports, 16 Junho 1933)

Após um trabalho prévio de organização da Secção iniciado na época anterior, que, necessariamente, deu maior consistência à vida do Basquetebol no SAD, com a criação das equipas de seniores nas diferentes categorias, por iniciativa destes dirigentes, a Direcção do Sport Algés e Dafundo resolveu inscrever oficialmente o clube na Associação de Basketball de Lisboa.

Segundo o pensamento dos dirigentes da Secção, que dirigia o Basquetebol no clube, “a Associação de Basketball de Lisboa é uma das mais bem organizadas que existe e garante a esta modalidade uma vida ordenada e progressiva, elevando o Basketball a desporto digno de emparceirar com as gloriosas tradições do SAD” (Os Sports, 16 Junho 1933).

Na altura o único escalão que existia era o de seniores masculinos, tendo os clubes inscritos pela primeira vez de começar pelo topo inferior da hierarquia existente, ou seja, o campeonato de Promoção. Para além deste, e numa sequência hierárquica ascendente, existiam ainda a 2ª divisão e a divisão de honra, esta a que reunia os melhores clubes. Em todas ela, competia-se em 1ª, 2ª, 3ª e 4ª categorias.
Segundo os comentários da Secção de Basketball do SAD, “os jogos realizados neste campeonato foram, na maior parte, interessantes, se atendermos a que só agora começámos e que estamos procedendo a um trabalho de seleção de valores”.

 

(Os Sports, 28 de Novembro de 1932)

 

Como se pode verificar, o Algés, ao disputar o Campeonato de Promoção, teve como adversários as seguintes equipas: Lisboa Basket, Casa Pia, Braço de Prata, Nacional de Natação, Campo de Ourique, Hockey e Lusitano.
Os jogos da primeira jornada foram os seguintes:

 

(Os Sports, 9 Dezembro de 1932)

 
 
No primeiro jogo oficial do Algés (com o Casa Pia, para o campeonato de Promoção) os resultados foram os seguintes:

1ª categoria: 8-2
Reserva: 2-12
Segunda categoria: 2-8

Terceira categoria. 4-2

Em resumo vemos que se obtiveram duas vitórias (em reservas e segundas) e duas derrotas (em 1ªs e 3ªs).


Na notícia publicada pelo Jornal Os Sports de 9 de Dezembro de 1932 surgia, curiosamente uma “chamada de atenção” do jornalista aos “clubs e jogadores” acerca da qualidade da execução técnica do lançamento que não era devidamente cuidada, que pensamos merecer a transcrição:

Verifica-se que em Lisboa não tem havido o cuidado de melhorar a técnica de lançamento. Assim, vemos a cada momento os grupos realizarem apreciáveis exibições quanto à confecção das jogadas e falharem completamente no capítulo do remate.

Durante a época passada verificaram-se resultados verdadeiramente desconcertantes, chegando a apurar-se um resultado final verdadeiramente irrisório de 3-2.

Se não houver um pouco de cuidado na preparação dos nossos jogadores, Lisboa sofrerá lguns dissabores quando tiver de enfrentar equipas estrangeiras e até algumas equipes do Norte do País.
Ao acaso consultámos os resultados de uma jornada do Campeonato de França e verificámos que em três encontros se obtiveram 41-32, 49-28 e 35-29

Entre nós nunca se obtêm resultados idênticos e as maiores diferenças de pontuação só são possíveis quando um adversário de classe defronta outro de reduzido valor.
Este mal é frequente e bom será que se pense a sério no facto, trabalhando todos pelo aperfeiçoamento do Basketball lisboeta, a fim de lhe dar a classe que ele deve possuir”


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A primeira jornada dos campeonatos decorreu de forma pouco brilhante, como se pode ler na notícia do jornal Os Sports de 16 de Dezembro.

 


(Os Sports, 16 Dezembro de 1932)


 
Os jogos eram realizados nos campos dos clubes, decorrendo ou de tarde (tal como é indicado na 1ª jornada, às 13, 14, 15 e 16 horas), ou de manhã, como por vezes também sucedia, com jogos às 9, 10, 11 e 12 horas, sendo o último sempre o jogo principal, entre as equipas da primeira categoria. Contudo, verificamos que em alguns casos, havia cedência do campo a outros clubes, pelo menos de outras divisões, como se verifica num jogo da 2ª divisão entre o Lisbonense e o Lisboa Ginásio que foi realizado em Algés (Os Sports, 20 Janeiro 1933)

A constituição das equipas era inicialmente de apenas 5 jogadores, como se pode ver no relato de uma situação feita pelo jornalista do jornal Os Sports de 20 de Janeiro de 1933, que transcrevemos, mesmo não se tratando de um jogo do Algés.

O trabalho do árbitro, Sr. Peixoto, um novo com grandes qualidades foi perfeito. Expulsando 3 jogadores o árbitro limitou-se a cumprir à risca o espírito da lei, surpreendendo por isso os jogadores, que já se habituaram a arbitragens benévolas.

O União poderia ter obtido um bom triunfo, quando viu a equipa barreirense reduzida a 3 jogadores, mas não soube aproveitar as ocasiões que se lhe depararam e que foram bastantes.

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Naturalmente as notícias e comentários sobre a participação do Algés no campeonato de promoção eram escassas, dado ser a prova de menor valia. Apenas o jornal Stadium, de 16 de Janeiro de 1933 assinala, no geral, sem referir objetivamente o Algés, que os jogos no campeonato de Promoção foram “mais agressivos” assinalando-se que “não só na 1ª divisão existem bons lançadores”.

Conseguimos encontrar alguns comentários a jogos do Algés publicados no jornal Os Sports de 10 de Abril de 1933 e de 01 de Maio de 1933, que transcrevemos:
   


(Os Sports, 10 de abril de 1933)

 

 (Os Sports, 10 de abril de 1933)
 
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Tal como era habitual (e se manteve ainda até hoje) a data do aniversário do clube era festejada com iniciativas desportivas das várias modalidades. Nesta época, numa 3ª feira, dia 20 de Junho de 1933, às 18 horas, as equipas do Algés e do Casa Pia defrontaram-se no campo do clube em honra e reserva. Estes jogos foram objeto de promoção e comentário no jornal desportivo Os Sports


(Os Sports, 23 de Junho de 1933)

 
O grupo de jogadores utilizado nos vários jogos (sobretudo da 1ª categoria) não deve ter diferido muito daquele que participou no primeiro jogo, quando da inauguração do campo do Algés, embora surja, outros jogadores, dada a existência das diferentes categorias.

Quando da comemoração do aniversário do Alges. Os Sports (17Julho 1933) publicam uma notícia que refere esses jogos e indica os jogadores participantes na 1ª categoria e nas reservas.


 
(Os Sports,17Julho 1933)

 

 Vejamos os jogadores do SAD nestas duas categorias:

1ª categoria (também chamada de categoria de honra): Manuel Pinhanços, Raul Pais, Manuel Santos Rodrigues, Joaquim Lopes Pereira e Juvenal dos Santos.


Reserva: José Gonçalves, António Silvestre, Carlos Caeiro, Luiz Campos e Francisco Sampaio



Uma curiosidade que se veio a manter ao longo da história da Secção de Basquetebol do Algés: existência de alguns jogadores que acumulavam com outras funções (treinador ou dirigente) na vida da Secção. Neste caso, Juvenal Santos era membro da secção de Basquete e jogador da primeira categoria.


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ALGUNS RESULTADOS OBTIDOS NO CAMPEONATO DE PROMOÇÃO

Lusitano-Algés - 22-8


Braço de Prata -Algés – 22-5

(reservas 10-15; 2ªs categorias - 0-18 e em 3ªs o Algés marcou pontos por falta do adversário).


Algés Nacional – 4-15

(reservas 14-7; 2ªs categorias - 8-4; 3ª categorias - 0-2)



O vencedor do campeonato foi o Lusitano que, por essa razão, iria disputar o campeonato de Lisboa da 2ª divisão na época seguinte. Embora sem termos tido acesso a todos resultados, a classificação final do Algés (em primeiras categorias) deve ter sido na segunda metade da tabela.


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Encerramos o relato possível da vida do Basquetebol do Algés na época de 32/33 transcrevendo um texto subscrito pelos dirigentes da secção, repleto de ânimo e boas perspetivas para o futuro:


“Na próxima- época, colhidos bastantes ensinamentos, com jogadores já experimentados, e assentes definitivamente nos lugares que a sua habilidade e características lhes permitem, o SAD tem esperanças de marcar melhor a sua posição no Basketball de Lisboa (Os Sports, 16 de Junho de 1933)”



Assim veio a acontecer!




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CLASSIFICAÇÕES OFICIAIS


Seniores masculinos – 1ª categoria
 
Desconhecida
Seniores masculinos – 2ª categoria
 
Desconhecida
Seniores masculinos – 3ª categoria
 
Desconhecida
Seniores masculinos – 4ª categoria
 
Desconhecida

 

EQUIPAS 



  Seniores Masculinos – 1ª categoria 
 

  
Manuel Pinhanços, Raul Pais, Manuel Santos Rodrigues, Joaquim Lopes Pereira e Juvenal dos Santos
 
 
Seniores Masculinos – 2ª categoria
 
 
 
 
José Gonçalves, António Silvestre, Carlos Caeiro, Luiz Campos e Francisco Sampaio